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Manter um blog a produzir conteúdo de qualidade não é uma tarefa fácil. Ter uma frequência de post’s semanais ou diários sobre o seu nicho requer esforço, tempo e dedicação.  E como ter tudo isso com uma equipa pouco experiente e muitas vezes sem tempo?

Neste post vamos falar do papel do editor. Quem terá perfil para a posição, quais são as sua funções e como o mesmo deverá atuar dentro do cenário da sua empresa para resolver essa questão.

Quem deve ser o meu editor?

Antes de mais nada, é importante destacar que se faz necessário ter um responsável direto sobre a produção de conteúdo na sua empresa. Ele pode ser alguém da área de marketing ou de outra equipa e como a criativa, muitas vezes é bastante técnico, não precisa ser exatamente um profissional de comunicação. É claro que quanto maior for a qualificação profissional e afinidade com a função, como tno caso de um jornalista ou publicitário por exemplo, mais qualidade tende a ter o seu processamento e a sua produção.

Num primeiro momento, com um volume de conteúdo baixo, esse papel não será obrigatoriamente uma função que vai exigir dedicação a tempo inteiro ou que demore muitas horas por dia de um profissional. Com o passar do tempo e com um possível aumento da procura da produção de conteúdo, sua empresa sentirá naturalmente a necessidade da contratação em tempo integral de um profissional na área.

Porque um editor faz a diferença...

Numa empresa que trabalha e depende de marketing de conteúdo para geração de Leads, é necessário um profissional responsável por fazer as coisas acontecerem de forma consistente. Quando a função de escrever é delegada a diversas pessoas ou mesmo a terceiros (como uma agência ou um serviço especializado de produção de conteúdo) é preciso que alguém se responsabilize pelo andamento, que assuma a dianteira e acompanhe o nível de qualidade do conteúdo, além de uma série de pontos que veremos adiante.

O editor tem o papel de garantir a unificação da visão da empresa e fazer com que todas as publicações falem a mesma língua. É seu papel garantir que tudo esteja alinhado e contribuindo para o posicionamento que a empresa quer transmitir.

Lapidar a entrega final

Em muitos casos, temos diversos profissionais colaboradores que não têm muita afinidade com as técnicas de escrita para blogging e que não possuem um conhecimento mais técnico em marketing digital.

Essas pessoas podem não estar acostumadas com alguns detalhes da gramática, não ter conhecimento técnico para passar um conteúdo para uma plataforma (como o WordPress), conversar com cliente via texto ou exteriorizar um post de uma forma que seja facilmente compreendida.

É papel do editor também trabalhar o conteúdo da melhor forma para torná-lo mais amigável, valioso e oferecer uma ótima leitura ao utilizador. Além disso é preciso estar atento a técnicas básicas de SEO como uso de palavras-chave, links com textos âncoras, escrever um título ligado a URL, atributos de imagens, entre outros.

Garantir um compromisso

Esse é um dos papéis mais essenciais do editor. É necessário executar um mapa com listagem de ideias e temas selecionados para os conteúdos e transformar isso num calendário, e o mais importante, garantir que esse calendário seja seguindo.

Pode ser que o editor em alguns casos tercearize a produção de conteúdo. Poderá pedir a alguém da equipa ou outra pessoa para escrever sobre algum assunto, mas no fim quem é responsabilizado pela data de entrega e pelo produto final não devem ser esses escritores, mas sim, o editor.

É ele quem deve gerir e o tempo dos autores e deverá ter uma carta na manga se algum problema aparecer. Inicialmente cria-se o compromisso do  “você escreve um post por semana”, mas se não houver data ou cobrança é muito provável que as pessoas deixem de escrever.

Para que isso não aconteça, o editor assume o papel de gerir, ficando como responsável direto e tornando-se o “dono do blog” dentro da empresa.

E como fazer isso?

Há 3 passos importantes que devem ser seguidos para a execução:

1 – Tenha um bom planeamento

Tenha em mente qual o conteúdo vai sair a cada dia e quanto tempo um escritor vai demorar para escrever. Dependendo do caso, defina qual o tema e qual o assunto a ser tratado para que as coisas não se atropelem.

2 – Dê um bom prazo

Muitas vezes o facto da pessoa ter que escrever não faz disso a sua obrigação principal. É papel do editor ter isso muito claro e mediar com muita antecedência. As hipóteses de garantir que esse conteúdo de facto vai sair e ser publicado são muito maiores.

3 – Crie um manual de conteúdo

O manual de conteúdo vai criar um guia para todos os textos da sua empresa. Selecionamos aqui alguns pontos que são importantes para se ter em um manual.

  • Definir o tom da empresa que vai ser falado
  • Determinar quais são as personas da empresa
  • Qual o posicionamento que a empresa deve adotar
  • Que tipo de conteúdo está permitido publicar no blog
  • Que tipo de conteúdo não está permitido
  • Quais as convenções que a empresa usa em relação a abreviações, números, etc.
  • Determinar qual a forma ideal de escrever os termos mais comuns do seu mercado
  • Como deve se fazer a pesquisa de palavras-chave

Se tudo isto tudo estiver muito claro no manual de conteúdo da empresa o tempo de execução trabalho recorrente tende a diminuir bastante. O guia deve ser muito fácil para que qualquer funcionário consiga ler e entender o papel dele enquanto produtor de conteúdo.

Um dos erros que ocorrem com maior frequência nas empresas que iniciam as suas ações no marketing digital é encará-lo da mesma forma que no marketing tradicional, tentando “empurrar” a mensagem do produto para o maior número de pessoas possíveis, estejam elas interessadas ou não.

As empresas agem assim porque esse é o ambiente em que os profissionais de hoje foram criados. Somos acostumados a encarar o marketing dessa forma e, principalmente, tendemos a acreditar que ele é muito efetivo.

Este modelo tradicional realmente deu muito certo por um bom tempo, fundada numa premissa: a mensagem da empresa é apresentada através de interrupção. A propaganda na TV ou no rádio interrompe seu programa favorito. O anúncio na revista toma uma página e corta sua leitura. Os operadores de call-center interrompem os seus afazeres durante o dia. Até os entregadores de panfletos se aproveitam de uma interrupção no trânsito. E assim seguiríamos em diversos outros exemplos. Nesse modelo, quanto maior o número de pessoas alcançadas de uma só vez, mais cara é essa interrupção.

Nas mídias tradicionais, o alvo da ação – o consumidor – não tem o poder de não ser abordado pela propaganda. Se ele tivesse, a maioria optaria por não ser interrompido.

O senão do marketing tradicional é que este não tem acompanhado as mudanças de hábitos da população. Assim como as vendas diretas e o contato de porta a porta foram superados pela publicidade quando os media em massa chegaram, este modelo de marketing de interrupção foi ultrapassado e não faz sentido na Internet. Aqui as pessoas escolhem que conteúdo querem consumir, quando querem consumir e como querem consumir. Na Internet, é muito mais difícil para uma marca interromper alguém e chamar a sua atenção. Está cada vez mais caro e menos efetivo fazer marketing através apenas da compra de publicidade.

Assim, não cabe mais tentar interromper o seu público para transmitir sua mensagem. Na Internet é preciso criar conteúdo relevante e ser a atração. Se o seu site for somente mais um canal tentando “empurrar” o produto e não tiver relevância para o público, um único e rápido clique está sempre à disposição para quem quiser abandonar a sua página.

A vantagem disso tudo para as pequenas e médias empresas é que no marketing digital elas detêm todas as condições de competir de igual para igual com as empresas grandes, contráriamente ao que ocorre no marketing tradicional. Isso porque em época de social media, quem manda já não é o capital, quem manda é a qualidade do seu conteúdo.

A woy apresenta os seus novos serviços em campanha de lançamento.

WOY SMM "Um post por dia, nem sabe o bem que lhe fazia", este é o nome e o slogan de uma campanha online que está a ser levada a cabo pela WOY e que tem como objectivo satisfazer uma necessidade de mercado.

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